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Prazer, Diana

Prazer, Diana

27
Out17

Saber línguas nos dias de hoje

Diana

Se há 15 anos aprender Inglês era bom apenas para o caso da pessoa precisar a nível profissional, nos dias de hoje é mais uma questão de cultura geral. Saber o básico de Inglês é quase tão obrigatório e importante socialmente como saber o básico de Matemática.

Hoje em dia é raro haver um anúncio de emprego que não peça o saber inglês como requisito. Refiro-me ao inglês mas cada vez se vê mais a pedirem também outras línguas ou que dão valor a esse ponto.

Lembro-me de quando estava no 9º ano pôr Humanidades na lista dos cursos a pensar em seguir mas ser logo um dos primeiros a riscar por ter o Inglês (a escola para onde ia não tinha escolha). Fugia por não saber, por não ter tido uma base sólida, por a professora do 5º e 6º ano andar sempre a faltar e dar-nos testes iguais aos mini-testes feitos e corrigidos na aula anterior. Claro que a vida dá voltas e, não estivéssemos a falar da minha vida, quanto mais eu quero que uma coisa não aconteça mais ela nos acontece: assim que acabei o Secundário comecei a lidar com línguas estrangeiras, a minha sorte é que era raramente. No curso em que estou - o bom do Turismo! - lido com o Inglês no dia a dia, mas não é mau, é bom e gosto. Há coisas básicas que tenho dificuldade, como os verbos, mas vou tentando melhorar esse ponto cada vez mais e como sei vocabulário, as pessoas percebem-me e eu percebo.

O meu filho tem apenas 5 anos e quero que ele aprenda e fale fluentemente inglês. Não o pus em nenhuma escola mas aos poucos vai aprendendo. Começámos em Janeiro, tinha ele apenas 4 anos e meio, meio na brincadeira a dizer algumas cores e ele achou piada e mostrou interesse em saber mais. Procurei aplicações que puxasse o interesse dele mas até agora ainda não encontrei nenhuma que resultasse, prefere os vídeos do youtube. Já sabe as cores, contar até 10 e alguns animais - alguns nem eu sei e quando ele me pergunta se está certo tenho de ir ver ao Google Tradutor. Por isso, acho que estamos num bom caminho para que ele saiba e se interesse por línguas. Espero que não se fique apenas pelo inglês.

 

Hoje em dia, eu sei falar inglês, espanhol, o básico de francês - ando a aprender mais neste momento -, arranho o alemão e ainda assim acho que sei é pouco. Quero ver se aprendo italiano e se experimento russo - pelo menos tentar saber o básico.

 

Se alguém tiver dicas para ensinar mais uma criança, agradeço, qualquer opinião é bem-vinda.

17
Out17

#tiraamão que #esteémeu, se queres #compraum

Diana

A marca de isqueiros mais icónica do mundo acaba de lançar a coleção #HASHTAG, composta por oito modelos originais e coloridos, que promete acabar com os “monopólios” de isqueiros “roubados” e apanhar os seus responsáveis.

A nova coleção da BIC® dispõe de vários hashtags diferentes, tais como #temdono; #tiraamão; #éparadevolver; #nãomexe; #usaoteu; #compraum; #nãoempresto e #esteémeu, para partilhar nas redes sociais e no Facebook oficial da marca, O Meu Isqueiro BIC.

 

Segundo a BIC®, quase 80% dos seus consumidores compra um isqueiro porque perdeu ou alguém o levou “por engano”. A quem nunca aconteceu? Com a linguagem universal a assumir-se cada vez mais digital, a marca desenvolveu uma linha exclusiva de isqueiros com hashtags especialmente concebidos para começar a “pôr no lugar” os amigos “distraídos” que levam o seu isqueiro “sem querer” em cada encontro para café ou copo.

 

Assim, de forma a não haver mais “enganos”, a BIC® vai promover um passatempo que permite a qualquer seguidor da marca criar o seu próprio hashtag. A partir do dia 11 de outubro, através do link bichashtagcontest.com, os mais originais e criativos hashtags habilitam-se a ser impressos num isqueiro BIC®. Os vencedores receberão em casa um isqueiro com o seu hashtag pessoal.

 

Assim, a BIC® junta-se à comunidade digital através da criação de uma linha de isqueiros irreverente, com estampagem de hashtags engraçados que jogam não só com a linguagem atual assim como com o facto de o isqueiro ser um dos objetos mais perdidos e roubados no mundo.

16
Out17

E tu, como é que te inspiras?

Diana

Moro algures nos subúrbios da Grande Lisboa. Embora tenha algumas zonas verdes nas imediações e tenha uma vista que apanha o monte e uma zona da cidade que parece ser calma mas isso é apenas por estar longe e ainda tenha direito todos os dias a assistir a um pôr-de-sol de cortar a respiração, é impossível esquecer que vivo num apartamento. Mesmo que abra a janela e feche os olhos não dá para imaginar que estou noutro sítio, o barulho que há na rua é inevitável e chega a ser mais perturbador do que o silêncio que existe dentro das quatro paredes brancas graças às milagrosas janelas de vidro duplo.

 

Moro algures nos subúrbios da Grande Lisboa, sempre morei. Devia de estar habituada, não é? A verdade é que sempre achei isso mesmo, que estava habituada, que tudo é uma questão de hábito. Mas neste caso, não. Quando estou no meio da minha confusão só consigo pensar que quero uma vida melhor que esta, ou seja, instantaneamente penso no dinheiro, no caminho mais curto que me dará melhores condições. Não consigo pensar no que eu quero e no que me poderei diferenciar. Não consigo sequer fazer trabalhos para a faculdade originais, não consigo ter ideias. O meu pensamento recai sempre sobre o mesmo: tenho de sair daqui!

 

Embora não tenha grandes oportunidades, nem um refúgio específico, gosto de estar ao ar livre num local com ar verdadeiramente puro. Sem poluição. Sem gritos/discussões alheias. Sem garrafas de cervejas a caírem ao chão. Sem música cujo ritmo até pode ser giro mas que a letra não tem sentido nenhum aos altos berros. Sem nada disso. Apenas o barulho da natureza. Apenas o barulho de pessoas a rir. Apenas o barulho de crianças a brincar. É assim que me inspiro. É assim que consigo desligar-me de tudo ao meu redor e focar-me apenas em mim e nas minhas coisas. É assim que num pequeno espaço de tempo sou egoísta e não penso em mais nada, nem ninguém.

06
Out17

Façam ponte todos os dias!

Diana

Graças à boa da ponte que muitas pessoas fizeram, não havia trânsito nenhum na Calçada de Carriche em plenas 08h30!

Consegui percorrer a Calçada em 5 minutos, quando ultimamente se tem demorado, pelo menos, 30 minutos. Uau, soube mesmo bem! 😃

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